De onde vem o preconceito?

     Já percebeu, reparou que ele vem de uma pequena diferença e gera um grande tumulto por nada? Será que somos tão perversos a ponto de diferenciarmos uma fala da outra simplesmente por sermos uma classe padrão? Não seria mais justo entender que as diferenças são necessárias para formar o lugar que vivemos?

            Cada ser humano traz consigo um grande CD chamado cérebro com terminações nervosas responsáveis pelo comando do nosso corpo, que arrecada, separa e guarda nossas histórias de maneira a memorizarmos em nós as experiências vividas e extraídas com o tempo. O mesmo pensar que eu penso ele também pode pensar então qual é o problema? Qual é a diferença entre o rico e o pobre? Entre o negro e o branco? Entre aquele ou aquela?

            Instrução graduada? Dinheiro de sobra?  Cor? Ser? História? Talvez a história, o ser, o pensar que depende do sentir e são seres inseparáveis, mas talvez a maior diferença seja o modo de ver as coisas. Não sejamos tolos, fracos e ambiciosos ao querermos ser o melhor através ou por cima do pior. O modo de olhar o outro ser analisá-lo faz com que os pensamentos forcem um pré-julgamento, um pré-conceito de que o meu eu e mais correto que o seu, mas qual é o sentido disso? Se todos nós somos donos do saber, independentemente de nossa classe, do nosso jeito de viver?

            Não deixe que seu espírito escurecido pelas energias esquálidas do mundo transforme algo construtivo em destrutivo olhe as facetas das moedas e perceba que não nenhuma diferença entre elas pelo contrário uma não é sem que a outra seja, não separe coisas inseparáveis, não condene erros, pois o que você condena talvez não tenha nenhuma diferença daquele erro que é o seu, assim como um preconceito que você faz pode ser o espelho do seu ser.  

Questionário

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