Sentir ou ficar sentindo?

    Tem momentos que nos deparamos com rituais de delicadeza e dependendo da maneira como agimos em momentos como esse, podemos fazer ou não eles terem significados em nossa vida.

    Já imaginou em um momento seu de explosão sua filha, um amigo, um irmão atravessa seu caminho e ao invés de descontar sua raiva, sua ira, sua vara você respirar fundo e lhe perguntar: "Você quer conversar?", ou mesmo dizer: "Eu te amo!", pode até não dizer nada e lhe dar um abraço e isso vai transformar o seu eu para sempre.

    Mas, não somos seres absolutos, donos dos nossos sentidos, alguns podem até dizer que são que nunca se descontrolam, mas se estiverem enraivecidos pouco desejam ajudar querem mais ser levantados de sua dor, de seu problema, do que erguer alguém. E aí eu poderia dizer que somos egoístas? Sim, porque em meio a dor do outro só vemos a nossa. E não, porque não temos culpa de sermos totalmente sentimentos.

    Não falo para você, nem para mim para vivermos no controle de tudo, não, não digo isso, observo apenas que se tentarmos transformar um momento de fúria em um momento de calmaria, podemos crescer muito mais e ferir menos aqueles que amamos. É nos momentos de raiva que desabafamos sem medo do que o outro vai sentir e se nos propusermos a vivermos esses momentos de delicadeza conosco, e com os outrosamadureceremos bem mais do que se atirarmos inumeras flechas que jamais sairam do sentir do outro.

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